Vista panorâmica da Casa Nativa: casas caiadas de telha entre azinheiras e oliveiras, com colinas ao longe sob um céu amplo ao fim da tarde.

O Lugar

Um lugar onde o tempo recupera o seu ritmo.

Nem sempre procuramos fazer mais. Às vezes, procuramos apenas um lugar onde seja possível respirar e dormir bem. Um lugar onde caminhar sem destino, deixando que os dias recuperem um ritmo mais natural.

A Casa Nativa nasceu dessa vontade. Não de criar um hotel. Mas de preservar um lugar onde apetece permanecer.

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Fachada antiga de casa caiada com porta de madeira gasta, moldura de pedra e uma trepadeira a subir a parede.

Como tudo começou

Uma casa que cresceu devagar.

A Casa Nativa começou por ser uma pequena propriedade agrícola.

Ao longo dos anos, foi sendo recuperada com cuidado, respeitando a arquitetura existente e os materiais tradicionais. A paisagem envolvente manteve-se sempre presente nessa reflexão.

Cada intervenção procurou acrescentar conforto sem apagar a identidade do lugar.

Hoje, continua a ser uma casa onde o silêncio e a natureza têm mais importância do que a ostentação. A hospitalidade mantém esse equilíbrio.

Sala de paredes de cal e vigas de madeira, com uma grande janela quadrada a emoldurar um olival.

A arquitetura

Arquitetura que pertence à paisagem.

Paredes caiadas. Madeira. Pedra. Luz. Sombra.

Cada espaço foi pensado para dialogar com o exterior.

As janelas não servem apenas para iluminar. Servem para fazer entrar a paisagem.

Os materiais envelhecem naturalmente, tal como as árvores continuam a crescer. A casa acompanha esse ritmo.

Pormenor do encontro entre parede caiada, viga escura de madeira e pedra em luz rasante.
Janela pequena de portada de madeira aberta numa parede espessa, com vista para o campo verde.

O dia na Casa Nativa

Um dia inteiro, sem pressa.

Manhã

A luz entra cedo pelas janelas, enquanto o pequeno-almoço é preparado sem pressa.

Quem acorda cedo encontra o campo ainda silencioso.

Quarto de paredes claras com luz da manhã a atravessar cortinas de linho sobre roupa de cama amarrotada.

Meio da manhã

Alguns seguem um trilho, outros escolhem um livro.

Há quem simplesmente permaneça no terraço.

Trilho de terra entre oliveiras e um muro de pedra seca, iluminado pelo sol do meio da manhã.

Tarde

Uma refeição.

Uma conversa.

Uma sesta.

Uma caminhada.

Mesa de madeira à sombra de uma figueira, com um livro aberto e um copo de água.

Final do dia

A temperatura muda.

As sombras tornam-se mais longas.

A casa ganha outra luz.

É muitas vezes a hora preferida de quem aqui fica.

Sombra comprida de uma árvore projectada numa parede caiada, ao sol dourado do fim da tarde.

Noite

Silêncio.

Poucas luzes.

O céu.

A sensação de que o dia foi suficientemente cheio.

Casa baixa caiada sob um céu nocturno cheio de estrelas, com uma janela iluminada.
Oliveira antiga de tronco retorcido num campo dourado, junto a um muro de pedra seca.

A paisagem

A paisagem faz parte da casa.

Oliveiras. Campos. Pequenos caminhos. Muros de pedra. Vegetação mediterrânica.

Ao longo do ano, a paisagem transforma-se. Na Primavera surgem novas cores. No Verão predominam os dourados. No Outono regressam as sombras longas. No Inverno chega o silêncio.

Não existe uma estação preferida. Cada uma muda a forma como este lugar é vivido.

Explorar experiências
Campos verdes ondulantes com azinheiras dispersas e muros de pedra a desenhar as colinas.
Rosmaninho e ervas silvestres sobre um muro de pedra seca, com orvalho da manhã.

Acreditamos que o verdadeiro luxo é ter tempo.

Tempo para dormir.

Tempo para conversar.

Tempo para caminhar.

Tempo para comer à mesa.

Tempo para olhar pela janela.

Tempo para não fazer nada.

O espaço

A propriedade, vista de cima.

Casa PrincipalPátioSala comumPequeno-almoçoPiscinaJardimOliveirasCasas independentesHortaPercurso pedonal

O que encontrará

  • Piscina exterior
  • Pequeno-almoço
  • Jardins
  • Trilhos próximos
  • Wi-Fi
  • Estacionamento
  • Espaços comuns
  • Salas para pequenos grupos
  • Natureza
  • Silêncio
Caixas de madeira com legumes e ervas acabados de colher numa pequena horta, ao sol da manhã.

Sustentabilidade

Cuidar do lugar faz parte da experiência.

Procuramos trabalhar com produtores próximos e reduzir desperdícios. Interessa-nos também usar materiais duradouros, respeitando os ritmos da natureza.

Mais do que um conjunto de práticas isoladas, interessa-nos cuidar deste lugar para que continue a poder ser vivido durante muitos anos.

Galeria

Fragmentos deste lugar.

Casa caiada ao anoitecer, vista através de um campo de ervas secas, com as janelas iluminadas.

Talvez seja altura de conhecer este lugar de perto.

Escolha o alojamento que melhor se adapta à sua estadia ou fale connosco para esclarecer qualquer questão.

Perguntas frequentes

Antes de chegar.

A Casa Nativa está aberta durante todo o ano?
Sim. Cada estação oferece uma forma diferente de viver este lugar.
É possível reservar toda a propriedade?
Dependendo das datas e da dimensão do grupo, poderá ser possível reservar a propriedade em exclusivo.
Existem atividades obrigatórias?
Não. Pode simplesmente descansar ou escolher participar nas experiências disponíveis.
É um espaço apenas para retiros?
Não. A Casa Nativa é, antes de mais, um alojamento. Os retiros e encontros representam apenas uma das formas de viver este lugar.
Posso trabalhar durante a estadia?
Sim. Existe acesso Wi-Fi e vários espaços tranquilos onde é possível trabalhar ou ler.