
O Lugar
Um lugar onde o tempo recupera o seu ritmo.
Nem sempre procuramos fazer mais. Às vezes, procuramos apenas um lugar onde seja possível respirar e dormir bem. Um lugar onde caminhar sem destino, deixando que os dias recuperem um ritmo mais natural.
A Casa Nativa nasceu dessa vontade. Não de criar um hotel. Mas de preservar um lugar onde apetece permanecer.

Como tudo começou
Uma casa que cresceu devagar.
A Casa Nativa começou por ser uma pequena propriedade agrícola.
Ao longo dos anos, foi sendo recuperada com cuidado, respeitando a arquitetura existente e os materiais tradicionais. A paisagem envolvente manteve-se sempre presente nessa reflexão.
Cada intervenção procurou acrescentar conforto sem apagar a identidade do lugar.
Hoje, continua a ser uma casa onde o silêncio e a natureza têm mais importância do que a ostentação. A hospitalidade mantém esse equilíbrio.

A arquitetura
Arquitetura que pertence à paisagem.
Paredes caiadas. Madeira. Pedra. Luz. Sombra.
Cada espaço foi pensado para dialogar com o exterior.
As janelas não servem apenas para iluminar. Servem para fazer entrar a paisagem.
Os materiais envelhecem naturalmente, tal como as árvores continuam a crescer. A casa acompanha esse ritmo.


O dia na Casa Nativa
Um dia inteiro, sem pressa.
Manhã
A luz entra cedo pelas janelas, enquanto o pequeno-almoço é preparado sem pressa.
Quem acorda cedo encontra o campo ainda silencioso.

Meio da manhã
Alguns seguem um trilho, outros escolhem um livro.
Há quem simplesmente permaneça no terraço.

Tarde
Uma refeição.
Uma conversa.
Uma sesta.
Uma caminhada.

Final do dia
A temperatura muda.
As sombras tornam-se mais longas.
A casa ganha outra luz.
É muitas vezes a hora preferida de quem aqui fica.

Noite
Silêncio.
Poucas luzes.
O céu.
A sensação de que o dia foi suficientemente cheio.


A paisagem
A paisagem faz parte da casa.
Oliveiras. Campos. Pequenos caminhos. Muros de pedra. Vegetação mediterrânica.
Ao longo do ano, a paisagem transforma-se. Na Primavera surgem novas cores. No Verão predominam os dourados. No Outono regressam as sombras longas. No Inverno chega o silêncio.
Não existe uma estação preferida. Cada uma muda a forma como este lugar é vivido.


Acreditamos que o verdadeiro luxo é ter tempo.
Tempo para dormir.
Tempo para conversar.
Tempo para caminhar.
Tempo para comer à mesa.
Tempo para olhar pela janela.
Tempo para não fazer nada.
O espaço
A propriedade, vista de cima.
O que encontrará
- Piscina exterior
- Pequeno-almoço
- Jardins
- Trilhos próximos
- Wi-Fi
- Estacionamento
- Espaços comuns
- Salas para pequenos grupos
- Natureza
- Silêncio

Sustentabilidade
Cuidar do lugar faz parte da experiência.
Procuramos trabalhar com produtores próximos e reduzir desperdícios. Interessa-nos também usar materiais duradouros, respeitando os ritmos da natureza.
Mais do que um conjunto de práticas isoladas, interessa-nos cuidar deste lugar para que continue a poder ser vivido durante muitos anos.
Galeria
Fragmentos deste lugar.

Talvez seja altura de conhecer este lugar de perto.
Escolha o alojamento que melhor se adapta à sua estadia ou fale connosco para esclarecer qualquer questão.
Perguntas frequentes
Antes de chegar.
- A Casa Nativa está aberta durante todo o ano?
- Sim. Cada estação oferece uma forma diferente de viver este lugar.
- É possível reservar toda a propriedade?
- Dependendo das datas e da dimensão do grupo, poderá ser possível reservar a propriedade em exclusivo.
- Existem atividades obrigatórias?
- Não. Pode simplesmente descansar ou escolher participar nas experiências disponíveis.
- É um espaço apenas para retiros?
- Não. A Casa Nativa é, antes de mais, um alojamento. Os retiros e encontros representam apenas uma das formas de viver este lugar.
- Posso trabalhar durante a estadia?
- Sim. Existe acesso Wi-Fi e vários espaços tranquilos onde é possível trabalhar ou ler.